A persistência escreve livros


Quem me acompanha há algum tempo sabe que estou escrevendo o meu livro, mas a maioria não sabe que o meu primeiro livro já existe e está à venda. Siiiim! Participei da coletânea da escola e editora Metamorfose com um conto de minha autoria junto com outros contos escritos por colegas meus.


Mas não estou aqui para vender o livro, apesar de ficar muito feliz se você quiser comprá-lo. Estou aqui hoje para contar como foi essa participação que, apesar de parecer uma coisa simples, não foi nada disso e testou até onde poderia ir a minha persistência.

Quando a escola comunicou, em Dezembro de 2019, que seria criada essa coletânea de contos narrados em primeira pessoa, com direito a lançamento e tudo, a primeira coisa que pensei foi: vai ser o meu primeiro livro! A segunda coisa foi: nunca escrevi um conto, será que consigo?

Como estou acostumada a escrever crônicas, a minha zona de conforto definitivamente passava longe dos contos, um gênero que acho lindo, mas que sempre considerei impossível de escrever. Contar sem contar demais, pensar no efeito que eu queria passar ao leitor e não na lição de moral ou na mensagem. Tudo isso me parecia tão distante da minha capacidade…


Mas, ao invés de focar nos contras, que eram a maioria nessa história, decidi focar no sonho de ver meu nome em um livro pela primeira vez na vida! Escrevi uns três contos antes do escolhido. Um a ideia era boa, mas não se adequava à estrutura de um conto (guardei a ideia para o projeto de um futuro livro).

Outro tinha uma história bonitinha, mas não havia sido narrado em primeira pessoa, mas sim, na terceira. O outro não me lembro, mas também não foi aprovado.


Pensei em desistir, afinal, eu não sabia escrever um conto, imagina narrado em primeira pessoa, coisa que eu nunca tinha feito. Mas o sonho foi mais forte e, um belo dia, acordei com uma cena que me pareceu promissora.

Escrevi o conto “Ninguém” e me entreguei a sensações e sentimentos como se eu estivesse mesmo naquela cena que narrei na história. Foi difícil pra caramba porque não eram sensações boas de se viver, nem mesmo “protegida” pela pele de escritora. Mas o conto nasceu e leva um dos temas que, mesmo não sabendo ainda a razão, mexe muito comigo.

Como não quero dar spoiler, te convido a ler o livro porque, além do meu conto, ele apresenta outros incríveis contos e carrega o legado dos meus colegas, que dividem comigo esse amor gigante pela escrita e pelos livros!


Boa leitura!


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